
Qual a personalidade da sua marca?
A marca é a representação da sua empresa e, assim como seria com uma pessoa, ela precisa ter uma personalidade para conseguir gerar conexão com os clientes. Então, qual a personalidade da sua marca?
Essa representação, que é importante, deve ser feita em todo processo de comunicação e é definida no branding, que é a estratégia que estabelece todo o passo a passo, para fazer com que que as pessoas se identifiquem com a marca, gerando uma simpatia com o público.
Se, para você ainda não fez sentido sobre a personalidade da marca, vou te dar um exemplo:
O Nubank é um banco digital voltado para o público jovem, certo?
Já parou para avaliar como toda a comunicação visual deles é feita? Totalmente arrojada e extrovertida.
E a maneira que ela fala? Com gírias, piadinhas, brincadeiras…
Pois bem, essa é a personalidade da marca Nubank, entendeu?
O que isso nos mostra? Sua comunicação visual e seu conteúdo precisa ser facilmente reconhecível, útil e relevante para seu público e refletir os valores da sua marca. A clareza da marca o ajudará a encontrar seu consumidor certo.
Por que a marca precisa ter personalidade?
Já ouviu o ditado “o santo bateu”? Pois bem, essa é a frase que define a importância da marca adotar e assumir uma personalidade. Afinal, o consumidor precisa sentir uma identificação com a marca, para levá-la no seu dia-a-dia.
Algumas empresas chegam a humanizar sua marca, seja por meio da criação de avatares, escolha de um porta-voz ou trazendo traços de personalidade humana em seu posicionamento, essa tática contribui com o relacionamento com os clientes.
Além do processo de identificação, definir uma personalidade para sua empresa orienta como será o tom de voz com o qual ela se comunicará, com qual segmento ela falará, causas que abraçará, criação da identidade visual, seu conceito, storytelling e todo o posicionamento estratégico dela.
Uma marca que tem personalidade garante maior engajamento e fidelidade; alcança maior relevância, alcance e autoridade; trabalha com uma comunicação visual alinhada e; amplia seus resultados em ações.
Como definir a personalidade da minha marca?
Escolha um arquétipo!
Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço, usou o conceito de arquétipo em sua teoria da psique humana. A teoria dele aponta que todos temos arquétipos que residem no inconsciente coletivo das pessoas em todo o mundo. Independentemente de cultura, raça ou nacionalidade. Logo, como os arquétipos incorporam padrões ou motivações humanas fundamentais, eles provocam emoções profundas.
Ou seja, esses arquétipos ajudam as pessoas a se identificarem com determinado comportamento, comunicação, visual… Sendo assim, quando uma marca assume um arquétipo para comunicar sua personalidade, as pessoas a reconhecem.
Tipos de arquétipos
Jung dizia que são, ao todo, 12 tipos de arquétipos:
- O Rebelde – Regras existem para serem quebradas.
- O Mágico – Eu faço as coisas acontecerem.
- O Herói – Onde há vontade, há um caminho.
- O Amante – Você é único.
- O Comediante – Só se vive uma vez.
- A Pessoa Comum – Todos homens e mulheres são criados iguais.
- O Cuidador – Amar o próximo como a si mesmo.
- O Governante – O poder não é tudo, é a única coisa.
- O Criador – O que se pode imaginar, pode ser realizado.
- O Inocente – Somos jovens e livres.
- O Sábio – A verdade o libertará.
- O Explorador – Não me limite.

Vou deixar um exercício aqui: Tente identificar algumas marcas dentro dos arquétipos citados acima.
Conte sua história, seja autêntico, a personalidade da marca ajuda a personificar a empresa, gerando conexão com seu público. Defina e defenda qual a personalidade da sua marca!
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